Thursday, March 8, 2012

Por um dia

Perguntares como é que eu estou
não é quanto baste
Quereres saber a quem me dou
não é quanto baste
E dizeres para ti morri
É um estranho contraste
Nada mais te liga a mim
Tu nunca me amaste

Telefonas para saber
como vai a vida
E mais feres sem querer
Minha alma ferida
E assim rola a minha dor
Pássaro ferido
Que não esquece o teu amor
Estranho e proibido

Deixa-me só
 por um dia
Deixa-me só
 por um dia
Minha fria companhia
Minha fria companhia

Dizes ser tão actual
Ficarmos amigos
No teu jeito natural
De enfrentar os perigos
Sem saberes que dentro em mim
Ainda arde a chama
Que não perde o seu fulgor
Que ainda te ama

Deixa-me só
por um dia
Deixa-me só
 por um dia
Minha fria companhia
Minha fria companhia

Perguntares como é que eu estou...

Jorge Fernando

No comments:

Post a Comment