A noite toca-me ,delicadamente,
com a sua mão de Bailarina...
Aconchega-me, já não é cedo!
Mas o seu abraço não chega
É demasiadamente estreito,
para a minha inquietude!
Bárbara Bentes
Tuesday, September 25, 2007
Lisboa á noite
Lisboa adormeceu,já se acenderam
Mil velas nos altares das colinas
Guitarras pouco a pouco emudeceram
Cerraram-se as janelas pequeninas
Lisboa dorme um sono repousado
Nos braços voluptuosos do seu Tejo
Cobriu-a a colcha azul do céu estrelado
E a brisa veio,a medo,dar-lhe um beijo
Lisboa
Andou de lado a lado
Foi ver uma toirada
Depois bailou...bebeu...
Lisboa
Ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeçeu
Lisboa não parou a noite inteira
Boémia,estouvanada,mas bairrista
Foi á sardinha assada lá na feira
E á segunda sessão duma revista
Dali pró Bairro Alto então galgou
No céu a lua cheia refulgia
Ouviu cantar a Amália e entou sonhou
Que era a saudade aquela voz que ouvia
Lisboa
Andou de lado a lado
Foi ver uma toirada
Depois bailou...bebeu...
Lisboa
Ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeçeu.
Fernando Santos e Carlos Dias
Mil velas nos altares das colinas
Guitarras pouco a pouco emudeceram
Cerraram-se as janelas pequeninas
Lisboa dorme um sono repousado
Nos braços voluptuosos do seu Tejo
Cobriu-a a colcha azul do céu estrelado
E a brisa veio,a medo,dar-lhe um beijo
Lisboa
Andou de lado a lado
Foi ver uma toirada
Depois bailou...bebeu...
Lisboa
Ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeçeu
Lisboa não parou a noite inteira
Boémia,estouvanada,mas bairrista
Foi á sardinha assada lá na feira
E á segunda sessão duma revista
Dali pró Bairro Alto então galgou
No céu a lua cheia refulgia
Ouviu cantar a Amália e entou sonhou
Que era a saudade aquela voz que ouvia
Lisboa
Andou de lado a lado
Foi ver uma toirada
Depois bailou...bebeu...
Lisboa
Ouviu cantar o fado
Rompia a madrugada
Quando ela adormeçeu.
Fernando Santos e Carlos Dias
Monday, September 24, 2007
Lembra-me um sonho lindo
Lembra-me um sonho lindo
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado
Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
á desfilada
Canta rouxinol canta
não me des penas,
cesce girassol cresce
entre açucenas
Afaga-me o corpo todo
se te pertenço
rasga-me o vento ardendo
em fumos de incenso
Lembra-me um sonho lindo
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado
Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
á desfilada
Ai como eu te quero,
ai de madrugada,
ai alma da terra,
ai linda,assim deitada
Ai como eu te amo,
ai tão sossegada,
ai beijo-te o corpo,
ai seara,tão desejada.
Fausto Bordalo Dias
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado
Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
á desfilada
Canta rouxinol canta
não me des penas,
cesce girassol cresce
entre açucenas
Afaga-me o corpo todo
se te pertenço
rasga-me o vento ardendo
em fumos de incenso
Lembra-me um sonho lindo
quase acabado,
lembra-me um céu aberto
outro fechado
Estala-me a veia em sangue
estrangulada,
estoira num peito um grito,
á desfilada
Ai como eu te quero,
ai de madrugada,
ai alma da terra,
ai linda,assim deitada
Ai como eu te amo,
ai tão sossegada,
ai beijo-te o corpo,
ai seara,tão desejada.
Fausto Bordalo Dias
Alice e a casa nova
Sunday, September 2, 2007
Saudade da Marina
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